Johan Henryque
Nas mãos marcadas de tinta, guardei a chave de outro mundo
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Indubitavelmente
 
 
Sutil como o vento
As cinzas se espalhavam
Na escuridão da floresta
 
A morte recolheu seu sangue
Mergulhando nas ondas da paixão
Que encantava aquele homem
 
Poderia escrever um livro
Talvez até mais de um
Ali havia tantas histórias
Marcas e resquícios do tempo
 
Aqueles mistérios
Despertaram algo antigo
Indubitavelmente
A frieza viu-se distraída
 
O clamor dos pássaros
Recíproco e infinito
Ecoando entre a maré de estrelas
 
Os versos são turbulência
Sentem e dissolvem o amor
Para sempre, estarão vivos
Nos mais depravados
Cantos da mente.
 

 
Johan Henryque
Enviado por Johan Henryque em 28/11/2018
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