Johan Henryque
Nas mãos marcadas de tinta, guardei a chave de outro mundo
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Victorie,
 
   Ainda lembro das marcas de batom vermelho que ficaram em meu pescoço naquela tarde, depois de nossa festa particular em seu aniversário. Não tenho dúvida alguma que esse, é um dos nossos melhores momentos juntos.
  Dezoito anos que passamos tão perto um do outro, histórias para sorrir, chorar e chorar de tanto rir. Guardamos em nós, cada segredo do outro, cada detalhe que muitos nunca aprenderam a observar.
   Creio que culpar o tempo não seja algo certo, afinal, foram as escolhas que nos destinaram a estes caminhos. Espero que não esteja triste, que não lembre de mim como apenas mais um homem que a decepcionou.
   Decepção é uma palavra forte demais para nós, para tudo que aprendemos ali, naquela tarde, naquele tempo. Jamais esquecerei quem me ensinou a observar um sorriso sincero, a encontrar a bondade nas pessoas, mesmo que já tenha perdido a esperança em grande parte delas.
   O coração sofreu, lutou, mas, evoluiu. Mostrou que a vida pode ser boa, e como sempre está ali para nos dar uma lição. O futuro lhe reserva conquistas, alegrias, mas eu, só lhe desejo amor, principalmente, o amor próprio que sempre soube demostrar. 
 
Com um cisco no olho, Leroy.
 
 
 
 
Johan Henryque
Enviado por Johan Henryque em 01/02/2018
Alterado em 01/02/2018
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