Johan Henryque
Nas mãos marcadas de tinta, guardei a chave de outro mundo
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Sem Palavras

A xícara de chá repousava sobre a mesa

O romance aberto ao seu lado
Uma tarde de terça-feira
Com roteiro inesperado
 
As leves batidas na porta
Chegaram logo depois
Assim como a chuva
Que se transformou em retrato
Das lágrimas que corriam
Por aquele belo rosto
 
Ela entregou-se a tristeza
A insegurança pulsante
Em cada traço de seus passos
 
O abraço longo
Transmissor de força
Demonstra como o tempo
Nem sempre é desperdiçado
 
Os dedos que enxugam lágrimas
Os olhares que conversam sem palavras
 
O coração, que aceita
O próprio perdão
Por não saber a quem se entregar.

 
 
Johan Henryque
Enviado por Johan Henryque em 06/01/2018
Alterado em 10/01/2018
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